Realmente gostaria de entender algumas coisas que giram ao redor da incoerência existencial que sou. E mais ainda, gostaria de compreender os aspectos peculiares que tornam essa mesma existência um tão sufocante e doloroso existente. Como pode o sorriso estar por trás da angústia e ao mesmo tempo ser sincero e verdadeiro. Qual é a razão de o que dizem passa a ser então mais real do que o que o levou a dizer? Não era real, mas ainda agora, porque dói? Quando tudo se esclarece e a sombra da dúvida já não existe, então o sentimento que deveria estar apagado perfura a superfície e vem a tona. E o que é necessário para recuperar a tranquilidade?
Será mesmo que a calmaria precede o tufão?
E como um filme em que a rainha resite à tentação do anel mais poderoso, trava-se uma luta sem vencedores nesse espaço ínfimo e infinito do ser.
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